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Publicado em 10.12.14 Escrito por Fabio Bearzi
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É com grande honra que apresento a nova logo da Fábrica de Violas Bearzi...

presente do amigo Rick Verreschi da Infinity Arts - SP (www.infinityarts.com.br)

Categoria: Livre
Acessos: 6705
Publicado em 11.12.14 Escrito por Fabio Bearzi
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Seguem algumas fotos da segunda violinha Bearzi...

Preparação do Tampo

Preparação do tampo de pinho vermelho com contrastes marcantes da madeira.

Limando o cavalete

Fabricação do cavalete em Caviuna ou Jacarandá Violeta, todo o trabalho feito manualmente com limas e grosas;

Montagem do fundo em imbuia laminada em 3 folhas. Acabamento / reforço central em cedro;

Preparação da base e reforço para a colagem do fundo. Ele é colado neste molde abaulado para aumentar a acústica e estética.

Preparação dos reforços do tampo (gabarito). Colagem do reengrosso nas laterais da viola ao fundo.

Preparação do braço (ops, a foto ficou de ponta cabeça, rsrsrsrs).

Laterais pronta com trócleas e reengrossos. Todas estas colagens são feitas com a cola Titebond americana para maior durabilidade e acabamento;

Detalhe da tróclea, onde o reforço do fundo encaixa nela.

Detalhe da Culatra

 Cavalete já com o encaixe para o rastilho usinado.

Tampo cortado, já com a roseta embutida no pinho maciço original;

 Parte de trás do tampo com todos os reforços já colados e a assinatura do mestre artesão Fabio Bearzi (eheheh, quem diria);

 

 Detalhe da grã da Imbuia usada na confecção do fundo da viola;

 Parte interna do fundo com reforços e já prontos para serem colados às laterais;

 Detalhe da cabeça da viola ainda sem espelho (voluta)

 Detalhe do como é feita a colagem do fundo às laterais. Cada processo de colagem descrito acima precisa de pelo menos 12 horas de intervalo para o próximo passo. Esta é uma das razões pelas quais a viola demora tanto tempo para ser finalizada artesanalmente. O que na verdade é bom, porque dá tempo do luthier descansar um pouquinho, tomando uma cachaça e fumando um paiêro, kkk.

 Outro detalhe

 Instalando o tensor de simples ação, fabricado artesanalmente com barras de aço 3/16" e tarrachas...

 Nesta viola já tinha elaborado um gabarito para o corte do encaixe rabo de andorinha que ficará entre o braço e o corpo da viola.

 Detalhe do encaixe.

 Colagem do braço ao corpo e oportunidade final de alinhar o conjunto perfeitamente.

 Esta foto deveria estar lá em cima, mas foi quando colei os filetes de acabamento no corpo já finalizado.

Detalhe do acabamento no tampo da viola com um filete do tipo espinha de peixe

 Agora dando acabamento nos filetes com um raspador de aço inox, excelente para acabamento mais precisos.

 Foto do fundo da viola com os filetes em maple americano e detalhes em jacarandá da bahia;

 Visão lateral da viola nas fases finais da construção;

 Viola de pé e de costas;

 Agora de frente...

Detalhe do corte da escala. Note que esta viola foi toda construída para um violeiro canhoto;

 Instalação final do tensor de simples ação;

 Colagem da escala no braço da viola

 Outro detalhe

 Primeira e segunda violas, uma ao lado da outra.

 Murillo testando o formato com a Nine nas costas (é, aquela mesmo que assobia bola de meia, bola de gude.);

 Envernizando

 Detalhe da lateral

 Colando o cavalete

 Visto de lado

 Agora sim!!! a Viola está prontinha para o ensaio fotográfico...

 Show de bola

 Veja o brilho do verniz PU bi-componente.

 Obrigado por ter visto as fotos. Se quiser uma é só encomendar, mas tem de ter paciência....

Categoria: Livre
Acessos: 7141
Publicado em 30.12.14 Escrito por Fabio Bearzi
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Categoria: Livre
Acessos: 8828
Publicado em 01.01.16 Escrito por Fabio Bearzi
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D de Destino (Almir Sater e Renato Teixeira)

 

A cigana sorriu com seus dentes de ouro e leu minha sorte

Linhas na palma de mão para sempre serão meu passaporte

Minha mãe me falou sobre a cruz de Jesus suas chagas seus cortes

E o meu pai me entregou seu facão Guarani e apontou para o norte

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Acessos: 8252
Publicado em 15.12.15 Escrito por Fabio Bearzi
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Óia só cada belezura de viola?

Tampo de Pinho e Caviuna. Clique alí do lado que tem muito mais violas para ver...

 

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Acessos: 8067
Publicado em 06.12.14 Escrito por Fabio Bearzi
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A gente vai se interessando por novos assuntos e se depara sempre com curiosidades que eu não poderia deixar de compartilhar com vocês. No livro "Madeira: Uso e Conservação" de Armando Luiz Gonzaga, descobri algumas preciosidades sobre madeiras que seguem abaixo.

No tempo do Brasil Colônia, as madeiras destinadas à estratégica construção naval eram protegidas por lei ou "ordenações do reino" e por decretos dos governadores. Até o início do século 19, convém lembrar, todos os navios eram de madeira e praticamente todo o transporte de cargas e pessoas era fluvial ou marítmo.

Então madeira de lei eram as madeiras que não podiam ser cortadas para uso comum e estavam reservadas para a construção de navios, matéria de interesse do Estado!!!

Outra coisa interessante que li foi a etimologia do nome da árvore Guarapuvu. GuarapuvuGuarapuvu, ou Guapuruvu, como eu costumava falar, é a famosa ficheira, que tem suas semente envoltas por uma membrana e quando estas sementes (que parecem fichas de pebolim) caem lá de cima despencam como se fossem um helicóptero, pois elas caem girando. Além disto, esta árvore produz uma flor amarela que deixa o chão totalmente coberto de pétalas amarelas na época da sua florada. Eu me interessei bastante por esta madeira porque, desde criança, ouço falar que esta madeira não presta

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Acessos: 7914